A Princesa de Aljustrel
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- Editora: OQO Editora
- Modelo: 082929
- ISBN: 9788498715316
Pequena descrição
Plano Nacional de LeituraLivro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alt... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2008 |
| Autor | Patacrúa/ Javier Solchaga |
| Idioma | Português |
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.
E isto o que é? Este é o gato que agarrou a pega que roubou o anel da Princesa de Aljustrel... E isto que é?
A Princesa de Aljustrel é um conto acumulativo clássico, adaptado no desenlace e na forma de apresentação e que recolhe os elementos mais típicos das séries que aparecem na Europa: gato, cão, pau, lume, água... Com este tipo de contos, as crianças aprendem a ver relações, a estabelecer conexões, generalizações e a prever. Partimos da apresentação do personagem que dá título à obra de um acontecimento narrado através de uma frase breve: "Esta é a pega que roubou o anel da princesa de Aljustrel".
A esta acção vão acrescentando-se, de uma forma matemática, outras novas. O elemento desaparecido constitui o fio condutor da história e propicia um desenlace feliz, fechando o ciclo de maneira circular e restabelecendo a ordem do princípio do conto: "Este é o pastor que encontrou o anel e ganhou um beijo da Princesa do Aljustrel". A repetição de sucedidos propiciará também a memorização do texto. Em muitas versões, a acumulação termina com representação da morte em variadas formas (faca, carniceiro...). Similares são as séries encontradas em outros contos de fórmula que surgem no norte de Europa: cofre, chave, corda, rato, gato, pau, machado, ferreiro...
Em todos eles, a rapidez da acção facilita o seguimento da sequência; para além disso, o rápido decurso dos acontecimentos é apresentado numa estrutura que joga com a curiosidade do receptor, para atrair o interesse ao máximo e favorecer o desenvolvimento da compreensão, imaginação e sentido de estética.
Javier Solchaga oferece-nos uma especial proposta de ilustração tridimensional, elaborada a partir de elementos reciclados (garrafas, madeira, pedras, arame...). O jogo compositivo e de iluminação com que nos surpreende a fotografia, aporta um valor acrescido ao livro.
O ilustrador apresenta objectos e personagens (anel, pano, pau...) desde um ângulo impossível, para que o leitor tente adivinhar o sujeito protagonista da seguinte acção. Texto e imagem complementam-se num conto que revela outros pontos de vista e desperta a imaginação dos mais pequenos.
Livro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.
E isto o que é? Este é o gato que agarrou a pega que roubou o anel da Princesa de Aljustrel... E isto que é?
A Princesa de Aljustrel é um conto acumulativo clássico, adaptado no desenlace e na forma de apresentação e que recolhe os elementos mais típicos das séries que aparecem na Europa: gato, cão, pau, lume, água... Com este tipo de contos, as crianças aprendem a ver relações, a estabelecer conexões, generalizações e a prever. Partimos da apresentação do personagem que dá título à obra de um acontecimento narrado através de uma frase breve: "Esta é a pega que roubou o anel da princesa de Aljustrel".
A esta acção vão acrescentando-se, de uma forma matemática, outras novas. O elemento desaparecido constitui o fio condutor da história e propicia um desenlace feliz, fechando o ciclo de maneira circular e restabelecendo a ordem do princípio do conto: "Este é o pastor que encontrou o anel e ganhou um beijo da Princesa do Aljustrel". A repetição de sucedidos propiciará também a memorização do texto. Em muitas versões, a acumulação termina com representação da morte em variadas formas (faca, carniceiro...). Similares são as séries encontradas em outros contos de fórmula que surgem no norte de Europa: cofre, chave, corda, rato, gato, pau, machado, ferreiro...
Em todos eles, a rapidez da acção facilita o seguimento da sequência; para além disso, o rápido decurso dos acontecimentos é apresentado numa estrutura que joga com a curiosidade do receptor, para atrair o interesse ao máximo e favorecer o desenvolvimento da compreensão, imaginação e sentido de estética.
Javier Solchaga oferece-nos uma especial proposta de ilustração tridimensional, elaborada a partir de elementos reciclados (garrafas, madeira, pedras, arame...). O jogo compositivo e de iluminação com que nos surpreende a fotografia, aporta um valor acrescido ao livro.
O ilustrador apresenta objectos e personagens (anel, pano, pau...) desde um ângulo impossível, para que o leitor tente adivinhar o sujeito protagonista da seguinte acção. Texto e imagem complementam-se num conto que revela outros pontos de vista e desperta a imaginação dos mais pequenos.