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Orlanda
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- Editora: Livros do Brasil
- Modelo: 231133
- ISBN: 9789897113338
Pequena descrição
«O romance dos anos 90 sobre troca de géneros que tem de ler agora», The New York TimesNa gare du No... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2026 |
| Autor | Jacqueline Harpman |
| Idioma | Português |
«O romance dos anos 90 sobre troca de géneros que tem de ler agora», The New York Times
Na gare du Nord, em Paris, Aline Berger aguarda o comboio que a levará de volta a casa, em Bruxelas. Nas mãos, tem um exemplar de Orlando, de Virginia Woolf, e o seu espírito, incapaz de se concentrar na leitura, divaga. Como seria se pudesse habitar o corpo de um homem? E se o corpo desse homem fosse o daquele jovem a umas mesas de distância? Depois de trinta e cinco anos aprisionado, Orlanda, o seu alter ego, liberta-se e instala-se no que antes fora Lucien, alegremente provocando o caos na sua anterior existência e alterando de forma dramática aquelas duas vidas. Distinguido com o Prémio Médicis em 1996 e agora redescoberto, este é um engenhoso romance filosófico que explora o modo como um e outro sexo ocupam o mundo, num sonho andrógino que, depois de Eu Que não Conheci os Homens, confirmou a genialidade de Jacqueline Harpman.
Não passaremos todos pela vida na mesma ignorância de quem somos, prontos a precipitarmo-nos sobre toda a descrição de nós mesmos que nos dê a ilusão deliciosa de ter uma identidade simples, passível de ser resumida em poucas palavras?
Na gare du Nord, em Paris, Aline Berger aguarda o comboio que a levará de volta a casa, em Bruxelas. Nas mãos, tem um exemplar de Orlando, de Virginia Woolf, e o seu espírito, incapaz de se concentrar na leitura, divaga. Como seria se pudesse habitar o corpo de um homem? E se o corpo desse homem fosse o daquele jovem a umas mesas de distância? Depois de trinta e cinco anos aprisionado, Orlanda, o seu alter ego, liberta-se e instala-se no que antes fora Lucien, alegremente provocando o caos na sua anterior existência e alterando de forma dramática aquelas duas vidas. Distinguido com o Prémio Médicis em 1996 e agora redescoberto, este é um engenhoso romance filosófico que explora o modo como um e outro sexo ocupam o mundo, num sonho andrógino que, depois de Eu Que não Conheci os Homens, confirmou a genialidade de Jacqueline Harpman.
Não passaremos todos pela vida na mesma ignorância de quem somos, prontos a precipitarmo-nos sobre toda a descrição de nós mesmos que nos dê a ilusão deliciosa de ter uma identidade simples, passível de ser resumida em poucas palavras?