Os 5 Homens Que Mudaram Portugal Para Sempre
-10%
19.71€
21.90€
Imposto ex: 18.59€
- Unidades disponíveis: Em Stock
- Editora: Dom Quixote
- Modelo: 222961
- ISBN: 9789722075091
Pequena descrição
Os 5 Homens Que Mudaram Portugal para Sempre para sempre são os políticos responsáveis pela mudança ... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2022 |
| Autor | Isabel Nery |
| Idioma | Português |
Os 5 Homens Que Mudaram Portugal para Sempre para sempre são os políticos responsáveis pela mudança mais importante da história moderna do País: a transição para a democracia.
Aqui se conta como foram as suas vidas, os seus sucessos e insucessos, o que mais os marcou e o que os fez lutar – e como todos estes cinco homens se cruzaram nesse período extraordinário saído de quarenta anos de ditadura.
Se Mário Soares regressa a Portugal quatro dias depois do 25 de Abril, Álvaro Cunhal chegará logo a seguir. Ambos tinham uma multidão à espera, mas cada um deu um rumo diferente à revolução. Enquanto os dois exilados testavam um lugar na vida portuguesa, Francisco Sá Carneiro era chamado do Porto a Lisboa para se reunir com Spínola, o presidente da Junta de Salvação Nacional. Por esses primeiros dias de liberdade, havia ainda espaço para a democracia cristã liderada por Diogo Freitas do Amaral. E embora António Ramalho Eanes estivesse em África no dia da revolução, o general ficaria para sempre associado ao 25 de novembro de 1975, quando a instabilidade do Verão Quente amaina e tudo, ou quase tudo, se clarifica…
Soares, Cunhal, Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes: sem estes homens, é difícil imaginar a nossa democracia.
Aqui se conta como foram as suas vidas, os seus sucessos e insucessos, o que mais os marcou e o que os fez lutar – e como todos estes cinco homens se cruzaram nesse período extraordinário saído de quarenta anos de ditadura.
Se Mário Soares regressa a Portugal quatro dias depois do 25 de Abril, Álvaro Cunhal chegará logo a seguir. Ambos tinham uma multidão à espera, mas cada um deu um rumo diferente à revolução. Enquanto os dois exilados testavam um lugar na vida portuguesa, Francisco Sá Carneiro era chamado do Porto a Lisboa para se reunir com Spínola, o presidente da Junta de Salvação Nacional. Por esses primeiros dias de liberdade, havia ainda espaço para a democracia cristã liderada por Diogo Freitas do Amaral. E embora António Ramalho Eanes estivesse em África no dia da revolução, o general ficaria para sempre associado ao 25 de novembro de 1975, quando a instabilidade do Verão Quente amaina e tudo, ou quase tudo, se clarifica…
Soares, Cunhal, Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes: sem estes homens, é difícil imaginar a nossa democracia.