O que a chama iluminou
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- Editora: Companhia das Letras
- Modelo: 228103
- ISBN: 9789897876554
Pequena descrição
Santiago do Chile, Setembro de 2019.Num beco escuro, encurralados por dois blindados conduzidos por ... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2024 |
| Autor | Afonso Cruz |
Santiago do Chile, Setembro de 2019.
Num beco escuro, encurralados por dois blindados conduzidos por carabineros, dois vultos temem pela vida.
Um deles é Afonso Cruz.
Punta Arenas, Outubro de 2019.
Um jipe em contramão embate num carro a caminho do Museu de História Natural.
Afonso Cruz é um dos passageiros.
A partir de uma viagem atribulada ao Chile, Afonso Cruz escreve sobre a eminência do fim, pessoal (também o seu) e colectivo, daí resultando esta novela-ensaio, reflexão terna e desapiedada sobre o fim das coisas: o fim do mundo, nas suas mais variadas versões; o deserto de Atacama, onde as mulheres continuam a revolver a areia em busca de partes do corpo dos maridos e dos filhos, vítimas da ditadura de Pinochet; o fim das tribos indígenas, das línguas; o planeta que se afunda; vidas trocadas por botões; o pó de onde todos viemos e a que todos regressaremos… Mas, numa nota de esperança e como uma vela na escuridão, Afonso Cruz lembra-nos, parafraseando Saint-Exupéry, que não é a cera que fica, mas o que a chama iluminou.
Num beco escuro, encurralados por dois blindados conduzidos por carabineros, dois vultos temem pela vida.
Um deles é Afonso Cruz.
Punta Arenas, Outubro de 2019.
Um jipe em contramão embate num carro a caminho do Museu de História Natural.
Afonso Cruz é um dos passageiros.
A partir de uma viagem atribulada ao Chile, Afonso Cruz escreve sobre a eminência do fim, pessoal (também o seu) e colectivo, daí resultando esta novela-ensaio, reflexão terna e desapiedada sobre o fim das coisas: o fim do mundo, nas suas mais variadas versões; o deserto de Atacama, onde as mulheres continuam a revolver a areia em busca de partes do corpo dos maridos e dos filhos, vítimas da ditadura de Pinochet; o fim das tribos indígenas, das línguas; o planeta que se afunda; vidas trocadas por botões; o pó de onde todos viemos e a que todos regressaremos… Mas, numa nota de esperança e como uma vela na escuridão, Afonso Cruz lembra-nos, parafraseando Saint-Exupéry, que não é a cera que fica, mas o que a chama iluminou.