O Pequeno Navio
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- Editora: Dom Quixote
- Modelo: 227209
Pequena descrição
O Pequeno Navio foi publicado em 1978, três anos após Praça de Itália.Segundo a definição de La Gazz... Ler mais
O Pequeno Navio foi publicado em 1978, três anos após Praça de Itália.
Segundo a definição de La Gazzetta del Mezzogiorno, é um livro «doce, profundo, silencioso, feito de ecos, de memória, de nostalgia». É sem dúvida tudo isso, mas tem também, e em contraste, um lado áspero e violento, porque denuncia injustiças, cobardias, prepotências; outro divertido, porque transpira humor malicioso e irónico; e ainda outro instrutivo, fazendo-nos viajar pela história da Itália ao longo do século xx; mas é, sobretudo, um livro arrebatador, pela imaginação desenfreada que nos surpreende, nos faz sorrir e nos comove.
Capitão Sexto, o herói desta história, quer conhecer-se a si mesmo, como recomendava Sócrates; assim, evocados, vêm ao nosso encontro os seus antepassados próximos, figuras masculinas e femininas cativantes, nas quais reconhecemos a rebeldia dos anarquistas toscanos condimentada com uns pós de realismo mágico. Descobriremos factos surpreendentes, anacronismos e até alucinações; mas, como diz Fernando Pessoa, «tudo é símbolo e analogia», e o leitor diverte-se a decifrar a realidade através dos dados da fantasia.
Segundo a definição de La Gazzetta del Mezzogiorno, é um livro «doce, profundo, silencioso, feito de ecos, de memória, de nostalgia». É sem dúvida tudo isso, mas tem também, e em contraste, um lado áspero e violento, porque denuncia injustiças, cobardias, prepotências; outro divertido, porque transpira humor malicioso e irónico; e ainda outro instrutivo, fazendo-nos viajar pela história da Itália ao longo do século xx; mas é, sobretudo, um livro arrebatador, pela imaginação desenfreada que nos surpreende, nos faz sorrir e nos comove.
Capitão Sexto, o herói desta história, quer conhecer-se a si mesmo, como recomendava Sócrates; assim, evocados, vêm ao nosso encontro os seus antepassados próximos, figuras masculinas e femininas cativantes, nas quais reconhecemos a rebeldia dos anarquistas toscanos condimentada com uns pós de realismo mágico. Descobriremos factos surpreendentes, anacronismos e até alucinações; mas, como diz Fernando Pessoa, «tudo é símbolo e analogia», e o leitor diverte-se a decifrar a realidade através dos dados da fantasia.
| Livro | |
| Autor | Antonio Tabucchi |