Zimbro
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- Editora: OQO Editora
- Modelo: 201787
- ISBN: 9788498713442
Pequena descrição
A cada corda que Zimbro cortava,o Marionetista sentia que se partiamos fios que lhe apertavam a alma... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2012 |
| Autor | Arturo Abad/ Joanna Concejo |
| Idioma | Português |
A cada corda que Zimbro cortava,
o Marionetista sentia que se partiam
os fios que lhe apertavam a alma.
Há laços que se devem cortar para que outros ? como aqueles que o afeto constrói ? nunca se cortem. Esta história emotiva tanto na prosa lírica de Arturo Abad, como nas sugestivas ilustrações de Joanna Concejo põe a tónica no quão doloroso pode ser deixar partir as pessoas de quem gostamos.
Partir e deixar partir nada tem a ver com deixar de amar. Arturo Abad coloca o leitor dos dois lados do espelho e oferece uma visão equânime da situação. Deste modo, comove por igual, tanto com a tristeza que gera a falta de liberdade ao boneco de cedro Zimbro, como com a aflição que provoca ao Marionetista a partida de quem estima como um filho e que desejaria que permanecesse sempre ao seu lado.
É fácil compreender a frustração e a apatia de Zimbro face à sua vida atual: carente de autonomia e de independência. As possibilidades de deslocação e de conhecimento estão limitadas pelos fios e pelo manuseamento que o Marionetista faz deles. Isto impede-o de desfrutar plenamente do seu particular microcosmos e de conhecer lugares, gente nova e poder experimentar por si próprio.
o Marionetista sentia que se partiam
os fios que lhe apertavam a alma.
Há laços que se devem cortar para que outros ? como aqueles que o afeto constrói ? nunca se cortem. Esta história emotiva tanto na prosa lírica de Arturo Abad, como nas sugestivas ilustrações de Joanna Concejo põe a tónica no quão doloroso pode ser deixar partir as pessoas de quem gostamos.
Partir e deixar partir nada tem a ver com deixar de amar. Arturo Abad coloca o leitor dos dois lados do espelho e oferece uma visão equânime da situação. Deste modo, comove por igual, tanto com a tristeza que gera a falta de liberdade ao boneco de cedro Zimbro, como com a aflição que provoca ao Marionetista a partida de quem estima como um filho e que desejaria que permanecesse sempre ao seu lado.
É fácil compreender a frustração e a apatia de Zimbro face à sua vida atual: carente de autonomia e de independência. As possibilidades de deslocação e de conhecimento estão limitadas pelos fios e pelo manuseamento que o Marionetista faz deles. Isto impede-o de desfrutar plenamente do seu particular microcosmos e de conhecer lugares, gente nova e poder experimentar por si próprio.