Guia Foge Comigo - Guarda
16.00€
Imposto ex: 15.09€
- Unidades disponíveis: Em Stock
- Editora: Foge Comigo - Guias de Destinos
- Modelo: 230622
- ISBN: 9789893538647
Pequena descrição
O Papa-figos aponta as suas asas à capital de distrito que se ergue a maior altitude em solo portugu... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2025 |
O Papa-figos aponta as suas asas à capital de distrito que se ergue a maior altitude em solo português: Guarda.
Na paisagem natural, a Serra da Estrela emerge como destaque imponente de cadeia montanhosa à espera de ser descoberta. O seu Parque Natural é atravessado pelo Rio Mondego, que cruza boa parte do território concelhio da Guarda neste seu início de trajecto em direcção à foz atlântica.
Na cidade, é impossível não deixar de admirar a Sé Catedral, com todo o seu esplendor arquitectónico e a majestiosidade do seu retábulo principal. Mas também o restante edificado e as ruas estreitas do centro histórico nos convidam a um passeio que nos prova que património e cultura aqui se entrelaçam.
Nalgumas aldeias do concelho, tradições únicas e genuínas vão subsistindo, contrariando a ideia de que a modernidade se cinge ao uso das novas tecnologias. Em Gonçalo, há mãos hábeis que trabalham cestos em vime e demais objectos utilitários à base deste material; em Maçainhas, uma associação mantém viva a produção artesanal de cobertores de papa; em Donfins do Jarmelo, há quem continue a usar martelo e bigorna no seu dia-a-dia para criar as melhores tesouras de tosquia.
Na paisagem serrana, cajados e vozes bradando a rebanhos - os mesmos que nos garantem queijos, lã e burel de qualidade reconhecida - são sinónimos de uma actividade pastoril em que as figuras humanas se assumem como guardiãs de um património cultural ancestral.
Vamos lá! Pela Guarda.
Na paisagem natural, a Serra da Estrela emerge como destaque imponente de cadeia montanhosa à espera de ser descoberta. O seu Parque Natural é atravessado pelo Rio Mondego, que cruza boa parte do território concelhio da Guarda neste seu início de trajecto em direcção à foz atlântica.
Na cidade, é impossível não deixar de admirar a Sé Catedral, com todo o seu esplendor arquitectónico e a majestiosidade do seu retábulo principal. Mas também o restante edificado e as ruas estreitas do centro histórico nos convidam a um passeio que nos prova que património e cultura aqui se entrelaçam.
Nalgumas aldeias do concelho, tradições únicas e genuínas vão subsistindo, contrariando a ideia de que a modernidade se cinge ao uso das novas tecnologias. Em Gonçalo, há mãos hábeis que trabalham cestos em vime e demais objectos utilitários à base deste material; em Maçainhas, uma associação mantém viva a produção artesanal de cobertores de papa; em Donfins do Jarmelo, há quem continue a usar martelo e bigorna no seu dia-a-dia para criar as melhores tesouras de tosquia.
Na paisagem serrana, cajados e vozes bradando a rebanhos - os mesmos que nos garantem queijos, lã e burel de qualidade reconhecida - são sinónimos de uma actividade pastoril em que as figuras humanas se assumem como guardiãs de um património cultural ancestral.
Vamos lá! Pela Guarda.