Pouco depois de aderir ao MRPP, em 1972, na sequência do brutal assassinato pela PIDE do camarada de curso José António Ribeiro Santos, Aurora Rodrigues é detida pela polícia política e levada para a prisão de Caxias, onde será barbaramente torturada durante três meses. A então jovem de 21 anos esteve impedida de dormir cerca de 450 horas; em paralelo, sofreu espancamentos e passou por várias práticas de tortura, tendo o apoio de familiares e amigos e a memória do camarada Ribeiro Santos sido fundamentais para resistir às atrocidades a que foi submetida.
Libertada, vive a Revolução de forma intensa, envolvendo-se mais profundamente no trabalho partidário até ser de novo detida com várias centenas de camaradas, desta vez por iniciativa do COPCON. Nunca baixando os braços e olhando os torcionários de frente, escreve Gente Comum – Uma História na PIDE, um relato de grande coragem de uma mulher que lutou intensa e corajosamente pelos seus ideais.
Libertada, vive a Revolução de forma intensa, envolvendo-se mais profundamente no trabalho partidário até ser de novo detida com várias centenas de camaradas, desta vez por iniciativa do COPCON. Nunca baixando os braços e olhando os torcionários de frente, escreve Gente Comum – Uma História na PIDE, um relato de grande coragem de uma mulher que lutou intensa e corajosamente pelos seus ideais.
| Livro | |
| Ano da Edição | 2022 |
| Autor | Aurora Rodrigues |