O Gato Gui e os Monstros
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- Unidades disponíveis: Em Stock
- Editora: Kalandraka
- Modelo: 016163
- ISBN: 9789728781378
Pequena descrição
O gato Gui estava a brincar no quarto.De repente, começou a ouvir um barulho estranho:fiiuuu fiiiuuu... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2005 |
| Autor | Rocío Martínez |
| Idioma | Português |
O gato Gui estava a brincar no quarto.
De repente, começou a ouvir um barulho estranho:
fiiuuu fiiiuuu... Ficou cheio de medo e fugiu a correr.
Este álbum aborda um tema muito interessante e frequente nas crianças: o medo. O Gato Gui não consegue ficar sozinho a brincar porque tem medo de todos os barulhos que não reconhece: o ar que entra pela janela, a máquina de lavar, o elevador, o autoclismo que pinga... Qualquer um desses barulhos transforma-se, na sua imaginação, num monstro que o pode atacar. A sua reação consiste em fugir a correr para junto da mãe, a sua única fonte de segurança e a única também capaz de afugentar esses medos. No final, porém, acaba por ser a Mamã Gata a recear os barulhos que tinham antes assustado o Gato Gui, e será então ele a acalmá-la, dando-lhe não só a mão, como também uma explicação lógica para cada um deles.
A Mamã Gata é o alter ego da autora, que aqui se dirige aos leitores para lhes transmitir que o medo só existe na mente de cada um, que há que enfrentá-lo com valentia para o vencer.
Rocío Martínez recorre à técnica do pastel para retratar personagens e espaços plenos de doçura. Joga também com a perspetiva para criar a sensação de que as divisões da casa são lugares imensos, da mesma forma que os mais pequenos veem o mundo à sua volta. Com essa sensação de amplitude, crescem assim a intriga da história, o medo e a solidão que assaltam o Gato Gui. Mas os cenários nunca chegam a ser ameaçadores ou tétricos; há elementos ? brinquedos, roupa, livros ? que contribuem para que o leitor não se esqueça de que está num lugar seguro: o lar.
A autora presta aqui uma homenagem a Maurice Sendak e a ?Onde vivem os monstros?, que aparece representado numa das cenas do livro. Os diferentes tamanhos da tipografia e a disposição dinâmica das palavras em cada página conseguem efeitos visuais que enriquecem a narrativa e a mensagem da história: recursos como as onomatopeias ou a maior extensão das frases nos momentos que correspondem a picos de tensão, contribuem também para a realçar o potencial deste álbum.
De repente, começou a ouvir um barulho estranho:
fiiuuu fiiiuuu... Ficou cheio de medo e fugiu a correr.
Este álbum aborda um tema muito interessante e frequente nas crianças: o medo. O Gato Gui não consegue ficar sozinho a brincar porque tem medo de todos os barulhos que não reconhece: o ar que entra pela janela, a máquina de lavar, o elevador, o autoclismo que pinga... Qualquer um desses barulhos transforma-se, na sua imaginação, num monstro que o pode atacar. A sua reação consiste em fugir a correr para junto da mãe, a sua única fonte de segurança e a única também capaz de afugentar esses medos. No final, porém, acaba por ser a Mamã Gata a recear os barulhos que tinham antes assustado o Gato Gui, e será então ele a acalmá-la, dando-lhe não só a mão, como também uma explicação lógica para cada um deles.
A Mamã Gata é o alter ego da autora, que aqui se dirige aos leitores para lhes transmitir que o medo só existe na mente de cada um, que há que enfrentá-lo com valentia para o vencer.
Rocío Martínez recorre à técnica do pastel para retratar personagens e espaços plenos de doçura. Joga também com a perspetiva para criar a sensação de que as divisões da casa são lugares imensos, da mesma forma que os mais pequenos veem o mundo à sua volta. Com essa sensação de amplitude, crescem assim a intriga da história, o medo e a solidão que assaltam o Gato Gui. Mas os cenários nunca chegam a ser ameaçadores ou tétricos; há elementos ? brinquedos, roupa, livros ? que contribuem para que o leitor não se esqueça de que está num lugar seguro: o lar.
A autora presta aqui uma homenagem a Maurice Sendak e a ?Onde vivem os monstros?, que aparece representado numa das cenas do livro. Os diferentes tamanhos da tipografia e a disposição dinâmica das palavras em cada página conseguem efeitos visuais que enriquecem a narrativa e a mensagem da história: recursos como as onomatopeias ou a maior extensão das frases nos momentos que correspondem a picos de tensão, contribuem também para a realçar o potencial deste álbum.