Porque Amamos Pessoas que Nos Magoam?
16.65€
Imposto ex: 15.71€
- Unidades disponíveis: Em Stock
- Editora: Nascente
- Modelo: 223683
- ISBN: 9789896237141
Pequena descrição
As relações amorosas são um terreno de aprendizagem, de partilha, de transformação e de crescimento.... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2022 |
| Autor | Cristina Leal |
As relações amorosas são um terreno de aprendizagem, de partilha, de transformação e de crescimento. Talvez por isso, podem ser muitas vezes palco de verdadeiros dramas, potenciadores de padrões que aprisionam, destroem e trazem grande infelicidade.
A autora conta aqui parte da sua história - também ela feita de abusos, ilusões, intermitências e esperas - e procura demonstrar como funcionam os modelos de codependência, os mecanismos do trauma e as armadilhas do desamor.
Com recurso a histórias reais fortemente esclarecedoras, este livro atreve-se a responder à questão que o seu título encerra, desafiando o senso comum.
Porque amamos pessoas que nos magoam?
Porque resistimos em abandonar situações que nos derrubam vezes sem conta?
Porque acreditamos que precisamos de entregar o nosso coração a alguém que mostra não o saber honrar?
Simplesmente porque não fomos ainda capazes de encontrar o amor-próprio necessário para percorrer com consciência esse longo trilho, resgatando a verdade que nos habita e a leveza que é deixar de confundir carência e apego com o verdadeiro amor.
A autora conta aqui parte da sua história - também ela feita de abusos, ilusões, intermitências e esperas - e procura demonstrar como funcionam os modelos de codependência, os mecanismos do trauma e as armadilhas do desamor.
Com recurso a histórias reais fortemente esclarecedoras, este livro atreve-se a responder à questão que o seu título encerra, desafiando o senso comum.
Porque amamos pessoas que nos magoam?
Porque resistimos em abandonar situações que nos derrubam vezes sem conta?
Porque acreditamos que precisamos de entregar o nosso coração a alguém que mostra não o saber honrar?
Simplesmente porque não fomos ainda capazes de encontrar o amor-próprio necessário para percorrer com consciência esse longo trilho, resgatando a verdade que nos habita e a leveza que é deixar de confundir carência e apego com o verdadeiro amor.