Redemoinho
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- Editora: Casa das Letras
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Pequena descrição
Regresso do aclamado autor com um romance sobre o amor e o sentido da vida.Foi Freud quem definiu o ... Ler mais
Regresso do aclamado autor com um romance sobre o amor e o sentido da vida.
Foi Freud quem definiu o conceito de Eros e Tanathos, o instinto de vida e o instinto de morte – duas forças que, segundo o «pai da psicanálise», dirigiam os comportamentos humanos, levando Tanathos à entropia e Eros à organização.
Manuel, um homem realizado e de sucesso, com uma vida tranquila, uma namorada que ama e rodeado de música e de livros, encontra num deles, o 1934, de Alberto Moravia, uma carta de amor pungente e dramática escrita por um tal Pedro a uma tal Ana Maria.
A sua vida fica perturbada.
Quem são estas pessoas? Qual a razão daquela carta? Pode o amor vencer a morte ou é um combate perdido? Podemos ser donos do nosso destino ou ele está prédefinido?
A vida de Manuel alterase e a procura das respostas tornase uma espiral obsessiva, tocando em tudo e em todos, modificando a sua maneira de estar, numa voragem sobre a qual não tem, ou parece não ter, qualquer controlo.
Todavia, Manuel parece gostar desse jogo de sombras, em que tudo pode ser o que não é… até o fim.
«As histórias de amor nunca são ridículas.
Se fossem ridículas, nunca seriam... histórias de amor.
Isso mesmo nos dizem o Manel, a Mariana e a Ana Maria.
Eles são mais que os vértices de um triângulo de paixão… São o redemoinho com que o meu amigo Mário Cordeiro encontrou um pretexto para nos dizer que uma história de amor se torna tarde sempre que os sentimentos são alfarrábios que passam, sem remetente, de mão em mão.» Eduardo Sá in Prefácio
Foi Freud quem definiu o conceito de Eros e Tanathos, o instinto de vida e o instinto de morte – duas forças que, segundo o «pai da psicanálise», dirigiam os comportamentos humanos, levando Tanathos à entropia e Eros à organização.
Manuel, um homem realizado e de sucesso, com uma vida tranquila, uma namorada que ama e rodeado de música e de livros, encontra num deles, o 1934, de Alberto Moravia, uma carta de amor pungente e dramática escrita por um tal Pedro a uma tal Ana Maria.
A sua vida fica perturbada.
Quem são estas pessoas? Qual a razão daquela carta? Pode o amor vencer a morte ou é um combate perdido? Podemos ser donos do nosso destino ou ele está prédefinido?
A vida de Manuel alterase e a procura das respostas tornase uma espiral obsessiva, tocando em tudo e em todos, modificando a sua maneira de estar, numa voragem sobre a qual não tem, ou parece não ter, qualquer controlo.
Todavia, Manuel parece gostar desse jogo de sombras, em que tudo pode ser o que não é… até o fim.
«As histórias de amor nunca são ridículas.
Se fossem ridículas, nunca seriam... histórias de amor.
Isso mesmo nos dizem o Manel, a Mariana e a Ana Maria.
Eles são mais que os vértices de um triângulo de paixão… São o redemoinho com que o meu amigo Mário Cordeiro encontrou um pretexto para nos dizer que uma história de amor se torna tarde sempre que os sentimentos são alfarrábios que passam, sem remetente, de mão em mão.» Eduardo Sá in Prefácio
| Livro | |
| Ano da Edição | 2025 |
| Autor | Mário Cordeiro |