A puta ética
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Pequena descrição
Em jovem, Dossie Easton adorava ir ao Omni, um bar “para omnissexuais”, onde podia dançar com pessoa... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2025 |
| Autor | Janet W. Hardy / Dossie Easton |
Em jovem, Dossie Easton adorava ir ao Omni, um bar “para omnissexuais”, onde podia dançar com pessoas de qualquer género, incluindo trans, com quem aprendeu a ser feminista. A sua tese de pós-graduação, O Sexo é Bom e o Prazer Faz-te Bem, defendia um conceito radical para a época: havendo consentimento, qualquer relação é válida. Janet W. Hardy teve um percurso diferente.
Era bissexual, o que tanto fazia revirar olhos na “heterolândia” como na “gaylândia”. Viveu um casamento heterossexual e monogâmico, e levou mais de uma década a aceitar-se como era. “Há dias em que gosto de usar batom vermelho e joias, outros calças de homem e camisas Oxford”, diz, hoje, orgulhosa.
As duas especialistas em liberdade sexual uniram-se para escrever. A Puta Ética, um guia prático do amor alternativo, originalmente publicado em 1992, e entretanto completamente revisto e atualizado. Nele contam as suas histórias e as de outros – como a da amiga que teve o primeiro orgasmo aos 34 anos, quando descobriu que a masturbação não era perigosa, ou a do casal que negociou interromper a monogamia “duas vezes por mês”.
Considerada “a Bíblia do poliamor”, esta obra intemporal tem também um lado didático, com exercícios para praticar a “putaria ética” e conselhos sobre sexo seguro, resolver conflitos, criar filhos ou lidar com os ciúmes. Ensina, em suma, a ter relações felizes, seja assexual (é uma orientação como outra qualquer), fã de sexo em grupo (com as suas regras de etiqueta) ou monogâmico (sim, a monogamia também é elogiada). O segredo, mostram as autoras, está em saber comunicar, com honestidade, o que sente e o que quer.
Era bissexual, o que tanto fazia revirar olhos na “heterolândia” como na “gaylândia”. Viveu um casamento heterossexual e monogâmico, e levou mais de uma década a aceitar-se como era. “Há dias em que gosto de usar batom vermelho e joias, outros calças de homem e camisas Oxford”, diz, hoje, orgulhosa.
As duas especialistas em liberdade sexual uniram-se para escrever. A Puta Ética, um guia prático do amor alternativo, originalmente publicado em 1992, e entretanto completamente revisto e atualizado. Nele contam as suas histórias e as de outros – como a da amiga que teve o primeiro orgasmo aos 34 anos, quando descobriu que a masturbação não era perigosa, ou a do casal que negociou interromper a monogamia “duas vezes por mês”.
Considerada “a Bíblia do poliamor”, esta obra intemporal tem também um lado didático, com exercícios para praticar a “putaria ética” e conselhos sobre sexo seguro, resolver conflitos, criar filhos ou lidar com os ciúmes. Ensina, em suma, a ter relações felizes, seja assexual (é uma orientação como outra qualquer), fã de sexo em grupo (com as suas regras de etiqueta) ou monogâmico (sim, a monogamia também é elogiada). O segredo, mostram as autoras, está em saber comunicar, com honestidade, o que sente e o que quer.