Meditação sobre Ruínas
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- Editora: Dom Quixote
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Pequena descrição
Pela primeira vez na Dom Quixote em edição autónoma, um dos mais importantes livros de Nuno Júdice, ... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2025 |
| Autor | Nuno Júdice |
Pela primeira vez na Dom Quixote em edição autónoma, um dos mais importantes livros de Nuno Júdice, que se revela de grande atualidade.
«Meditação sobre Ruínas é um livro que nasce da ida de Nuno Júdice às terras romenas onde Ovídio foi exilado.
Nesse ponto extremo da Europa, o poeta português viu o que significava ser estrangeiro, meditou no ponto Euxino, como o poeta romano, sobre os temas eternos do amor e da morte, e escreveu alguns dos seus poemas mais emblemáticos como "Receita para Fazer o Azul".
Tratase, portanto, de um livro polifónico eivado de melancolia, em que o poeta mistura epitáfios e fantasmas de vários tempos e geografias, onde através da palavra poética se tecem elegias e se enumeram ausências, refletindose sobre o próprio fenómeno poético, um dos seus temas fundamentais.
«Ontem, como hoje, esta obra é uma premente meditação sobre as ruínas da civilização ocidental, sendo por isso considerado como um dos livros mais europeus de Nuno Júdice e um dos preferidos da crítica e dos leitores, tendolhe sido atribuído o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores em 1995.» (Ricardo Marques)
«Meditação sobre Ruínas é um livro que nasce da ida de Nuno Júdice às terras romenas onde Ovídio foi exilado.
Nesse ponto extremo da Europa, o poeta português viu o que significava ser estrangeiro, meditou no ponto Euxino, como o poeta romano, sobre os temas eternos do amor e da morte, e escreveu alguns dos seus poemas mais emblemáticos como "Receita para Fazer o Azul".
Tratase, portanto, de um livro polifónico eivado de melancolia, em que o poeta mistura epitáfios e fantasmas de vários tempos e geografias, onde através da palavra poética se tecem elegias e se enumeram ausências, refletindose sobre o próprio fenómeno poético, um dos seus temas fundamentais.
«Ontem, como hoje, esta obra é uma premente meditação sobre as ruínas da civilização ocidental, sendo por isso considerado como um dos livros mais europeus de Nuno Júdice e um dos preferidos da crítica e dos leitores, tendolhe sido atribuído o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores em 1995.» (Ricardo Marques)