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Palavras Descruzadas
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- Editora: Clube do Autor
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Pequena descrição
«A palavra sempre me fascinou. Na sua origem, na sua composição, na sua unidade linguística, no seu ... Ler mais
Especificações
| Livro | |
| Ano da Edição | 2022 |
| Autor | António Bagão Félix |
«A palavra sempre me fascinou. Na sua origem, na sua composição, na sua unidade linguística, no seu conteúdo, na sua representação, na sua estética, nas suas flexões, na ligação entre a palavra escrita e a falada, até na, por vezes discutível, pontuação associada.
Gosto da palavra que me confronta com o modo como vejo e observo o mundo e com o modo como o outro entende o seu mundo. Gosto do fascínio da descoberta da palavra que me abraça e ajuda. Gosto do mistério por detrás da palavra por dizer. Gosto de usar a palavra velha, como gosto de ir à procura da palavra que ainda não o é em mim. Gosto da palavra triste que me dá alegria, como gosto da palavra alegre que me dá tristeza. Gosto da palavra – como a saudade - que não é traduzível porque nos é patrimonial. Gosto da palavra que se insinua entre nós e a natureza, entre mim e a botânica. Gosto das palavras com cheiro a estações do ano.»
Neste livro, António Bagão Félix partilha com o leitor um conjunto de reflexões sobre a nossa língua. Defensor escrupuloso do valor patriótico do português e da sua importância como quinta língua nativa mais falada no mundo, o autor alerta para a indigência, a incultura, a petulância e a anarquia com que, nos dias de hoje, se trata a língua portuguesa. Não apenas por um certo caos linguístico provocado pela adopção precipitada do chamado novo acordo ortográfico. Mas também porque muitas pessoas não sentem a mínima inquietação diante de erros que cometem, lêem ou ouvem e que se vêm propagando à velocidade do vento, designadamente nos meios comunicacionais, nas redes sociais e nos titulares de cargos públicos e institucionais.
Gosto da palavra que me confronta com o modo como vejo e observo o mundo e com o modo como o outro entende o seu mundo. Gosto do fascínio da descoberta da palavra que me abraça e ajuda. Gosto do mistério por detrás da palavra por dizer. Gosto de usar a palavra velha, como gosto de ir à procura da palavra que ainda não o é em mim. Gosto da palavra triste que me dá alegria, como gosto da palavra alegre que me dá tristeza. Gosto da palavra – como a saudade - que não é traduzível porque nos é patrimonial. Gosto da palavra que se insinua entre nós e a natureza, entre mim e a botânica. Gosto das palavras com cheiro a estações do ano.»
Neste livro, António Bagão Félix partilha com o leitor um conjunto de reflexões sobre a nossa língua. Defensor escrupuloso do valor patriótico do português e da sua importância como quinta língua nativa mais falada no mundo, o autor alerta para a indigência, a incultura, a petulância e a anarquia com que, nos dias de hoje, se trata a língua portuguesa. Não apenas por um certo caos linguístico provocado pela adopção precipitada do chamado novo acordo ortográfico. Mas também porque muitas pessoas não sentem a mínima inquietação diante de erros que cometem, lêem ou ouvem e que se vêm propagando à velocidade do vento, designadamente nos meios comunicacionais, nas redes sociais e nos titulares de cargos públicos e institucionais.