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«A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas qu... Ler mais
«A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas que têm percurso político próprio e trajectória conhecida, como Spínola, Costa Gomes, Kaúlza de Arriaga, Deslandes, Américo Thomaz, Barbieri Cardoso, Marcello Caetano, Luz Cunha, Santos e Castro, nomes que marcaram uma época e a muitos dos quais faltou, na hora própria, um poder de comando inequívoco.
O livro fornece esse comando na pessoa de um jovem político e a conjuntura muda porque se tecem novas determinações nos ânimos de grupos de decisores. O golpe de Estado não triunfa, o que era perfeitamente possível, mas o exacto statu quo vigente também se altera.
«Escrito com dinâmica num português fluente, com diálogos de quem conhece o poder e os que o exercem, numa tessitura fina de intriga e conjuntura epocal, exprimindo seriamente uma virtualidade pensada com cuidado, este livro é um exemplo do que se pode fazer de bom em Portugal.»
António Marques Bessa in Prefácio

Procura-se problematizar, através de um ensaio hipotético e reflexivo, uma realidade não explorada, mas verosímil, sobre o que poderia ter sido o fracasso do golpe de Estado, os seus impactos político-militares e o rumo alternativo que o País poderia ter seguido, sendo todos os acontecimentos valorados sob o olhar de um jovem ministro imaginário do Antigo Regime, que é o protagonista da narrativa.
Sintetizando o propósito desta história paralela: será possível afirmar que o processo democrático em Portugal só poderia ter tido lugar através da Revolução dos Cravos, da autocracia do Conselho da Revolução, da descolonização desordenada e do chamado Processo Revolucionário (PREC) que coletivizou as grandes empresas, ao invés de ter experimentado, como em Espanha e na Europa de Leste, uma transição para a democracia com custos económicos, sociais e territoriais menos pesados e traumáticos?
Livro
Autor Diogo de Andrade

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